sexta-feira, 23 de maio de 2008

Inscrições para concurso literário sobre logosofia até 30 de junho

Do portal Universia:
Dissertações sobre logosofia podem concorrer a 10 mil reais

Estão abertas as inscrições para o concurso literário "A arte de ensinar e a arte de aprender", promovido pela Fundação Logosófica. Nesta edição, serão distribuídos R$ 34 mil aos primeiros colocados. Professores e estudantes universitários podem se inscrever até 30 de junho. Para participar é preciso ser aluno de graduação ou pós-graduação regulamente matriculado em uma instituição brasileira ou professor da educação infantil, do Ensino Fundamental, Médio, Técnico ou Superior.

Os trabalhos devem ser escritos em forma de dissertação, com base no estudo das bibliografias de Carlos Bernardo González Pecotche, criador da Logosofia. Os participantes podem escolher entre a conferência "A arte de ensinar e a arte de aprender" do Livro Introdução ao Conhecimento, o artigo "A capacidade de estudo é o que engrandece os povos" da Coletânea da Revista Logosofia - Tomo, o artigo "A arte de ensinar e a vontade de aprender" da Coletânea da Revista Logosofia - Tomo 2 ou o capítulo "Realidades Essenciais - Ante a situação crítica do momento" do livro Curso de Iniciação Logosófica.

Uma comissão julgadora avaliará a adequação dos trabalhos inscritos ao tema proposto, a clareza e a objetividade da exposição e o uso correto da língua portuguesa. Será oferecido prêmio no valor de R$ 10 mil aos participantes que conquistarem o primeiro lugar. Os segundos e terceiros colocados, recebem R$ 5 mil e R$ 2 mil, respectivamente. Além do valor em dinheiro, todos os premiados recebem a coleção completa de livros de logosofia.

O candidato deverá encaminhar pelo correio, em envelope de papel pardo, a carta de inscrição, o texto em três vias e um CD ou disquete com o arquivo do trabalho para o seguinte endereço:

Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana
Coordenação de Divulgação Nacional
Concurso Literário de Logosofia
Rua Piauí, 742 - Bairro Funcionários
CEP 30150-320 - Belo Horizonte/MG

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.logosofia.org.br/concurso.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Do Blog do Maurição: CONCURSO DE CONTOS SOBRE GRANJA

"O Instituto José Xavier lançou um Concurso de Contos tendo a Granja como tema, aberto a todos que dominem a língua portuguesa. Os contos premiados serão publicados, em conjunto, em um volume dos "Cadernos do Instituto José Xavier", sem nenhum custo para o(s) autor(es).

A data de encerramento da apresentação das obras é o dia 30 de junho próximo. As instruções poderão ser solicitadas na sede do IJX à Rua Pessoa Anta, 564, 62430-000 Granja, Ceará (email institutojosexavier@yahoo.com.br) ou pelos telefones (88) 99246900 , (88) 99217245 , (88) 96016302 .

O IJX foi fundado há pouco mais de quatro anos, com a finalidade de promover a cultura e a memória da pacata cidade da Zona Norte. Tem publicado vários livros anualmente e mantém um museu na sua sede. Quem quiser conhecer mais sobre o IJX, basta clicar em
http://institutojx.tripod.com/index.htm"

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Lendo músicas

Música e literatura pra mim sempre combinaram bem e muito. Algumas histórias parecem ter vindo com trilha pronta. E, neste livro da PubliFolha, elas vêm mesmo. "Aquela Canção" traz doze contos inspirados em músicas brasileiras. Autores como Moacir Scliar, Luís Fernando Veríssimo e Milton Hatoum foram convidados a escrever histórias que se relacionassem de alguma forma com as canções.

As saídas foram interessantíssimas. Alguns autores escreveram contos que poderiam ser as próprias inspirações para os compositores. Outros levaram a música como trilha sonora para sua história.

O livro vem acompanhado do CD com as doze escolhidas (que são um show a parte): Carinhoso, de Pixinguinha e João Barro e cantada por Paulinho da Viola e Marisa Monte; Juazeiro, de Gonzagão e Humberto Teixeira e cantada por Gilberto Gil; Pela luz dos olhos teus, de Vinícius de Moraes e cantada por Miúcha e Daniel Jobim; Atrás da Porta, de Chico Buarque e Francis Hime, cantada por Zélia Duncan... A lista é ótima. Neste momento, no site da PubliFolha o livro está por 15,90 sem frete.

Título: Aquela Canção - 12 contos para 12 músicas
Editora: PubliFolha
Autores: Moacyr Scliar, Milton Hatoum, Livia Garcia-Roza, Eucanaã Ferraz, Beatriz Bracher, Paulo Rodrigues, Marçal Aquino, José Eduardo Agualusa, Rodrigo Lacerda, Glauco Mattoso, Luis Fernando Verissimo e Adriana Lisboa
Preço: 39,90 (no site de promoção por 15,90) e 24,00 na Estante Virtual
Há duas opções de capa, esta verde da foto e outra amarela.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Senac oferece curso de Diagramação de Livros em Fortaleza

Quem estiver a fim de investir no mercado editorial pode aproveitar o curso "Diagramação de Livros na Prática" que o Senac Ceará oferece em Fortaleza em parceria com a Câmara Brasileira do Livro. As aulas serão de 07 a 15 de julho, das 18 às 21 horas. Os pré-requisitos são idade mínima de 16 anos e ter conhecimento em design.

O instrutor será Antônio Celso Collaro, que vem de São Paulo especialmente para a ocasião. Segundo pescado do site da Editora Summus, ele é pedagogo, produtor visual gráfico, consultor da Confederação Nacional da Indústria para as áreas de Artes Gráficas e Produção Visual Gráfica, além de professor de Produção Gráfica, Computação Gráfica I e II na Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo. Antônio Celso ainda tem tempo para escrever livros como "Projeto Gráfico: teoria e prática da diagramação" e "Produção Visual e Gráfica".

A inscrição custa R$ 282,00 (pode ser pago em 5 de R$ 56,00). Informações com o Senac: Tel: (85) 3452 1242.

sábado, 26 de abril de 2008

Quando o jornalismo deixa de dizer

Não tem nada a ver com literatura e foge completamente ao tema do blog. Mas eu sou jornalista.

Demócrito Rocha Dummar, presidente do Grupo O Povo de Comunicação, cometeu suicídio ontem (25/04/08) aos 63 anos em sua residência. Essa foi a notícia que eu não vi nem li.

Eu li sim inúmeros comentários em vários blogs, portais e jornais sobre a morte do Demócrito sem a causa mortis. Minha mãe me ligou hoje pra saber do que ele tinha morrido, um amigo do meu marido também fez aPublicar postagem mesma ligação. As pessoas leram todo o caderno especial do Povo e chegaram a conclusão que não sabiam do que o presidente do Grupo tinha morrido.

Na Internet, só um blog do RN e o Jornal Pequeno do Maranhão colocaram a temida palavra "suicídio". Correção enviada por um leitor: um blog cearense chamado Mirando a Mídia colocou. E inclusive levantou a hipótese que poderia não ser suicídio e sim assassinato. Eu não ouvi falar de dois tiros em nenhum outro lugar, mas falta de informação oficial é assim mesmo, geram-se boatos e eles criam vida só.

Se não era pra dar a notícia inteira, era melhor nem noticiar. Afinal, todo mundo já sabe a verdade e fica a sensação de falsidade ao ler as coberturas. E não vamos dizer que isso não era importante, nunca tinha visto até hoje uma notícia de morte que não citasse a causa. Ah, mas ninguém mentiu, né? Só deixaram de dizer.

Vamos pensar comigo: se fosse um Dias Branco, um Studart ou qualquer outro membro de família tradicional e rica do nosso Estado teria saído que foi suicídio? Se fosse um Queiroz o jornal O Povo teria colocado que foi suícidio?

E se fosse um membro da minha família ou da sua? Será que os jornalistas deixariam de dizer?

Será que nós jornalistas só defendemos a liberdade de expressão e informação quando não nos envolve? Quando é alguém que a gente conhece, conhece a família, trabalha na empresa aí tudo muda. Aí "vamos respeitar a família", tudo bem.

O jornalismo deveria então respeitar TODAS as famílias. Alguém respeitou os Nardoni na chacina pública que fizeram antes mesmo do caso começar a ser apurado? E a Escola Base de São Paulo? Aquilo foi respeito? Quem decide que família respeitar? Quais os critérios? Me pareceu que no dos outros é sempre refresco.... É liberdade de expressão.

Pois é, nada a ver com literatura, mas eu sou jornalista. E estou professora de um bocado de gente que vai ser jornalista também. Ótimo momento para se pensar: afinal, o que é então ser jornalista? Deixar de dizer é ser jornalista?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Do Antena Paranóica - enquanto a correria não me deixa postar decentemente

Dia do Livro
castigo ou prêmio?

Se uma autoridade lhe obrigasse a ler um bom livro, seria prêmio ou castigo?
Falo do caso em que um juiz de Mossoró soltou hackers presos aqui no Nordeste, inclusive no Ceará, desde que eles se obrigassem como pena (alternativa), a leitura de uma obra da Literatura Brasileira, indicada por ele. A cada 3 meses, terão que fazer um resumo e responder a um questionário sobre autor e livro. Os autores: Guimarães Rosa e Graciliano Ramos.
Você acha que isso é castigo ou prêmio?
A notícia para assinantesa da Folha
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terça-feira, 8 de abril de 2008

Prêmio SESC de Literatura anuncia vencedores de 2007 e abre inscrições

A comissão julgadora do Prêmio SESC de Literatura anunciou os
vencedores da edição 2007: o romance Zé, Mizé, Camarada André: notícia de
Angola, de Sergio Guimarães, da capital, e a coletânea de contos Beijando
dentes, de Mauricio Fiorito de Almeida, de Campinas. Dentre os 422
inscritos, 43 livros de contos e 26 romances foram pré-selecionados pelas
subcomissões regionais, que trabalharam nesta edição no Pará, Paraíba, Rio
de Janeiro, São Paulo e Paraná. As inscrições para a edição de 2008 da
premiação recomeçam em 15 de abril. Até 15 de agosto o SESC recebe os
originais de romances e coletâneas de contos inéditos, nas unidades de
atendimento de todos os estados.